quinta-feira, 4 de abril de 2013

Ainda penso em ti...

Penso em ti todos os dias!
Mas, já não sonho contigo todas as noites, já não procuro por ti, na cama todas as noites.
Ainda procuro o teu cheiro, esse cheiro doce, misturado com gel de duche e, champôo... Esse cheiro insubstituivel, que sei que não encontrarei em mais nenhum lado. (fosse possivel fazer perfume desse teu cheiro e, eu compraria o stock inteiro)
Ainda estou na discoteca e, espero que entres derepente mas, já não o espero com a mesma frequência com que esperava e, ânsiava.
Via-te muitas vezes pela rua, nas esquinas, em centros comerciais, a conduzir carros que não eram o teu (Honda Civic rebaixado e, cinzento) hoje, posso dizer que a mente já não me prega tantas partidas.
Não deixei de te amar. És o homem da minha vida, isso é ponto acente. Somos duas faces da mesma moeda, tu sabes.
Mas aceitei, tive de aceitar, que embora gostes, não estás preparado.
Dois anos de espera, paciência, stress, lágrimas (muitas lágrimas), noites de insónias, sorrisos, loucuras, conversas, horas e horas, e, sei lá mais o quê... Chega.
Já era tempo.
Ainda amo, ainda gosto e, ainda me preocupo e, ainda penso em ti, todos os dias, sim, é verdade.
E, ainda tenho esperança, porque tenho em mim uma alma lusitana em que habita aquele sentimento sebastianista em que contra todas as probabilidades há uma infima esperança que voltes.
Porque apesar do meu desacreditamento nos homens, quero acreditar que ainda existem contos de fadas e, que eu terei o meu e, que depois de tudo o que já vivemos só poderia ser esse o fim.
Um fim que nos proporcionaria um inicio pelo qual tanto lutei, pelo qual tanto esperei, pelo qual atravessei meio atlântico.
Mas, (tudo tem um mas) não posso mais parar toda a minha vida e/ou geri-la em função de ti.
Tu não o quererias.
Aliás tenho a certeza que é por isso que te esforças para não me dizeres nada, que é por isso que insistes em responder-me apenas com silêncio e que lutas contigo próprio quando o coração fala mais alto e, lá mandas mensagem a dizer que tens saudades. Eu também tenho! Tantas!
Oh soubesses tu a falta que me fazes, o bem que me fazes (apesar de tudo o que correu mal), mas não sabes.
Não sabes que foste o único homem que me fez sentir em casa (algo que procurei a vida toda), não sabes porque tens medo de ficar demasiado tempo para saberes.
E, apesar de te amar, de saber que és o homem da minha vida... não vou parar por causa disso.
já é tempo de voltar a ser eu mesma, de continuar a viver, talvez até de encontrar alguém que me aqueça e que durma de conchinha (nada te vai substituir eu sei mas, é tempo!) 
E, eu sei que nos vamos voltar a encontrar. é um feeling, um sexto sentido, o que quer que seja... eu sei que está correcto. Porque nestas coisas nunca me engano.
Nessa altura talvez, só talvez, aquele clique se dê de novo e, como já uma vez fizemos daremos as costas a tudo e todos e faremos o que nos dá na real gana.
Talvez numa próxima vez tu finalmente sigas o que sentes e, estejas preparado.
Enquanto isso, vai vivendo a vida, eu já não sou observadora dela mas, continuo aqui, vive, enquanto eu vivo também.
 Havemos de nos encontrar. Vamos crescer em separado para depois, quem sabe, ser-mos, crescermos, como um, apenas.  




(Erros ortográficos Às carradas eu sei. desculpem-me mas há dias em que a alma fala mais alto que a ortografia)




Um beijo*

2 comentários:

  1. Pelo q li, acho q deves mesmo seguir com a tua vida. Ja tive uma relaçao desse genero, intensa e de altos e baixos mas agora q olho pra tras, acho q me enganei a mim propria. Quando alguem gosta a serio de nos, nao ha desculpas! As vezes viciamo-nos nesse dramatismo e queremos acreditar q ninguem entende q o q temos é especial! Tudo tem a sua idade e tudo tem o seu tempo e ainda vais tar com alguem q te vai fazer ver q isso nao era o q querias nem o q precisavas! Pensa em ti :) beijinho

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    1. Oh obrigada mia querida. *.*
      Não é o que eu preciso, eu sei que não. Custa deitar tudo para trás das costas. mas isto devagarinho vai ao sítio. Com uma epifanis destas de vez em quando mas vai ao sitio. Afinal tudo o tempo cura. =)
      E sim, ainda hei-de encontrar o tal. não queria nada ficar para tia. ahah

      Beijinho*

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